quarta-feira, 20 de abril de 2016

PROJETO S.O. S PARQUE ARNULPHO FIORAVANTI



Parque Arnulpho Fioravante, preservá-lo é o nosso dever

Justificativa: o século XXI coloca o seguinte desafio para a humanidade, qual seja, o desenvolvimento sustentável. Os governantes, os empresários, industriais e a sociedade precisam entender de uma vez por todas que o modelo de desenvolvimento econômico capitalista ao ser centrado no apelo ao consumismo e ao lucro desenfreados, se revelou insustentável e pode levar a extinção da vida no Planeta, inclusive, da espécie humana.
Diante disso, para as instituições sociais, em especial a escola, está colocado o desafio de refletir e apontar um modelo de desenvolvimento econômico que possibilite a comunidade escolar compreender que outra mentalidade deve ser adotada, que novos paradigmas de desenvolvimento das nações, de valorização de práticas racionais sejam adotados.
Objetivos:
- sensibilizar, em especial, os alunos da Escola Menodora, bem como os demais segmentos da comunidade escolar sobre o quanto é imperioso pensar a questão ambiental globalmente e concomitantemente agir localmente;
- construir políticas públicas que assegurem à preservação do Parque Arnulpho Fioravantti e tambem a recomposição de sua flora e fauna;
Procedimentos: pesquisas, aulas de campo, palestras, debates, produção de documentos (artigos, vídeos-documentários, documentos reivindicatórios); realização de atividades de conscientização junto à população douradense: panfletagens, exibição de vídeos, debates;
RCURSOS:
- humanos: professores, técnicos, ambientalistas e parlamentares;
- materiais: máquina digital, computador, Datashow, sala de tecnologia, televisão, impressora, cadernos, livros e revistas;
DESEMBOLSO:
- R$ 1.000,00 (edição de um vídeo-documentário);
- R$ 10.000 (edição de uma revista);
- R$ 5.000,00 (pagamento de pró-labore para palestrantes, conferencistas e técnicos);
- R$ 5.000,00 (aquisição de uma filmadora, notebook, Datashow;
- R$ 5.000,00 (custeio de transporte dos alunos de escolas da rede estadual e municipal) para o encontro municipal a ser realizado no mês de novembro visando à formulação de políticas públicas para o Parque Arnulpho Fioracantti e demais parques ambientais de Dourados;
- R$ 2.000,00 (despesas com café e água);


 Cronograma de execução:
Maio:
- início do Projeto: aulas de campo (levantamento e estudo da fauna e da flora do Parque;
- filmagens e fotografias;
- produção de artigos pelos alunos sobre o Parque, os quais serão publicados no site do Projeto e na imprensa falada e escrita do município;
- criação de um site do Projeto bem como de páginas nas redes sociais;
Maio:
- entrevistas com pessoas que frequentam o Parque;
- entrevistas com funcionários que cuidam do Parque e com dirigentes da Polícia Ambienta e do IMAM;
- estudo sobre o comportamento das capivaras;
Junho
- apresentação na Semana Municipal do Meio Ambiente de trabalhos e conclusões a que chegaram os executores do Projeto alunos;

Agosto
- apresentação de sugestões (campanhas de panfletagem na cidade e no Parque, visando sensibilizar a sociedade a preservá-lo) visando assegurar a preservação e a revitalização do Parque;
- compra de lixeiras para serem colocadas no Parque;
- estudo dos impactos ambientais provocados pelo lançamento do esgoto residencial e comercial no Parque;
- impacto das atitudes incorretas dos frequentadores do Parque para o seu ecossistema;
Outubro
- realizar um debate na escola sobre o papel do IMAM e da Polícia Ambiental no Parque;

Novembro
- realização de um encontro municipal visando à formulação de políticas públicas em Dourados para o Parque Arnulpho Fioravanti e demais parques ambientais existentes em Dourados;
- entrega de um documento produzido no encontro pelos executores do Projeto aos poderes legislativo, executivo e judiciário sediados no município;
Dezembro
- edição de uma revista, relatando os resultados do projeto;



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sábado, 19 de março de 2016

Linguagem dos mapas e Dinâmica Populacional












































Exercícios para os primeiros anos:
1) Qual a função das legendas nos mapas e cartas geográficas?

2) A escala utilizada em uma planta é grande ou pequena? E que diferença faz ao usar uma escala grande ou pequena?

3) O que é um mapa hipsométrico?

4) A cor marrom em um mapa hipsométrico é utilizada para representar as regiões -----------------------------elevadas e a cor verde as regiões________________________elevadas, enquanto os rios, lagos e os oceanos são representados com a cor_________________;

5) O que são mapas temáticos, mapas de base, político administrativos?

6) Qual a diferença entre uma planta e um mapa?

7) O que é uma anamorfose?




Exercícios para os segundos anos:

1) Analise as pirâmides etárias brasileiras de 2013, 2040 e 2060 e aponte as diferenças existentes entre elas. Explique tambem quais os fatores  são determinantes para as mudanças na composição etária da população?

2) Analise a tabela 15 e aponte informações e conclusões que ela nos leva a tirar?

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domingo, 28 de junho de 2015

Projeto Tereré 2015

Os eixos de pesquisa do Projeto Tereré em 2015:

a) resgate histórico da origem do hábito de tomar o tereré e o chimarrão;

b) resgate histórico da importância econômica da erva mate;

c) a importância econômica da erva mate na atualidade em Mato Grosso do Sul;

d) as políticas públicas para a produção e a comercialização da erva mate;

e) a erva mate, o tereré e o chimarrão na construção da identidade de Mato Grosso do Sul

Observação: os três melhores poemas e as três melhores composições e interpretações musicais, todas sem exceção, alusivas a erva mate, o tereré e o chimarrão serão premiadas;

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Telecurso 2000

Alunos dos 2º Anos segue endereço do telecurso.

sexta-feira, 14 de março de 2014

MENODORA NA LUTA POR UMA ESCOLA MAIS CIDADÃ


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação do Brasil (CNTE), aprovou 03 dias de paralisação em todo o País na rede pública de ensino básico (escolas municipais e estaduais), nos dias 17,18 e 19 de Março. Já a Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado de Mato Grosso do Sul (FETEMS), depois de avaliar o cenário vivido pela educação em nosso Estado, entendeu que deveríamos paralisar as nossas atividades apenas no dia 19. Por outro lado, o Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados (SIMTED), em assembleia extraordinária  aprovou que em Dourados, as escolas públicas municipal e estadual paralisem suas atividades no dia 19, porém, no dia 18, cada escola deve realizar internamente o Dia da Cidadania.
É sobre este dia da Cidadania nas escolas que eu tecerei neste artigo algumas considerações. Esta ação pela cidadania nas escolas públicas do município, no dia 18, tem como objetivo demonstrar a toda população que não só os educadores, mas a sociedade de maneira geral, precisa ter momentos dedicados a reflexão sobre como exercer a cidadania no Século XXI, o qual, em virtude do advento e a popularização bastante intensa da internet, bem como das redes sociais, precisa desenvolver esforços no sentido de pensar como apropriar-se destas tecnologias, instrumentalizando-as para o aprofundamento da democracia participativa.
A escola, em tese, uma instituição que deve ser vanguarda no processo de apropriação e produção de cidadania, do conhecimento, de cultura e lazer, precisa pois, ter momentos dedicados a pensar sobre a melhor forma de atingir a tão nobres objetivos.
Por outro lado, sabemos que os professores, embora sejam trabalhadores intelectuais, acabam tendo um comportamento, não raro, funcionalista, isto é, estão focados na transmissão dos conteúdos programáticos das disciplinas que lecionam e preocupados tão somente em provar que fazem a escola funcionar, abdicando desta forma da sua condição de trabalhador intelectual, que é de pensar o ainda não pensado, de produzir conhecimento e não somente apropriação de conhecimento já produzido pela humanidade.
Penso que precisamos refletir sobre a natureza do fazer pedagógico realizado pelas escolas. Precisamos nos perguntar a quais objetivos devemos perseguir. A construção de uma sociedade superior, fraterna e mais solidária, logo que precisa ser transformada ou fazê-la funcionar tão somente para integrar o aluno à sociedade? Esta indagação nos remete a uma outra indagação. Uma prática na escola que vise tão somente integrar o aluno à sociedade é o suficiente? Penso que não, afinal de contas a sociedade que temos atualmente é muito injusta nos aspectos sociais, econômicos, políticos, tecnológicos e científicos, logo, é imperioso que o trabalho pedagógico na escola deva ser muito mais ambicioso, qual seja, transformá-la para então preparar o aluno para se integrar a mesma, porém, num estágio superior de desenvolvimento.
Preocupados com estes aspectos relacionados, nós os professores da Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo, nos reunimos e deliberamos que  no dia 18, faremos uma reflexão sobre:
a)      A História da luta pela cidadania no Brasil, desde 1500 até 2014;
b)    Desafios que estão colocados para a Escola Menodora em nosso município, haja vista, contar com alunos oriundos de vários pontos da Cidade e Distritos de Dourados;
c)     Apresentar um pacote reivindicatório para curto, médio e longo prazos;
d)    Como apropriar-se de mecanismos mais eficazes de comunicação interna junto a sua comunidade escolar (pais, alunos e educadores).

Aliás os preparativos para o Dia da Cidadania, já estamos tentando inovar no último item, haja vista que estamos promovendo teleconferências envolvendo alunos, pais  educadores. Também na terça feira estão convidados todos os membros da comunidade escolar (pais, alunos e educadores).
Criamos um conselho editorial provisório encarregado de receber artigos, charges, vídeos para serem publicados na imprensa local, blog e site da escola, bem como na página do Facebook, sob responsabilidade da Escola. Por outro lado, aplicaremos uma avaliação aos alunos, a qual será constituída por perguntas relacionadas com as ciências sociais e da natureza, exatas e de comunicação.
Esta ação não se encerra no dia 18. Na verdade, esta data será de lançamento solene da mesma. Entendemos que precisamos ter perenidade em nossas ações, já que desta forma não estaremos apenas teorizando e sim na busca por associar teoria e prática. Que o conhecimento apropriado e produzido possa ser instrumento para a comunidade escolar intervir como êxito na sociedade e na própria Escola.

*Enio Ribeiro de Oliveira, professor de geografia da rede estadual, na Escola Menodora Fialho de Figueiredo.


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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

FUSOS HORÁRIOS


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Coordenadas geográficas


Nada mais é do que a superposição dos paralelos sobre os meridianos ou vice-versa. Identificar onde se cruzam.


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